A Polícia Federal indiciou, nesta sexta-feira (8), o ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), pelo crime de uso de documento falso. O indiciamento foi formalizado após o depoimento de Marçal à PF, que ocorreu na parte da manhã. O ex-candidato foi acusado de divulgar um laudo médico forjado com a intenção de prejudicar seu adversário Guilherme Boulos (PSOL) durante o período eleitoral.
A investigação teve início no sábado (5), véspera do primeiro turno das eleições, quando Marçal publicou, nas redes sociais, um suposto receituário médico que indicava que Boulos havia sido atendido em janeiro de 2021 por "quadro de surto psicótico grave", com “delírio persecutório e ideias homicidas”. O conteúdo foi rapidamente removido pelo Instagram, mas permaneceu no ar por cerca de uma hora e meia, o que gerou repercussão.

A perícia realizada pela PF concluiu que o documento era falsificado, o que levou à abertura do indiciamento. O relatório da Polícia Federal será encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que, por sua vez, repassará o caso ao Ministério Público Eleitoral. Cabe ao MP decidir se oferece denúncia contra Marçal.

Esse episódio se soma a uma série de alegações e polêmicas envolvendo candidatos durante o período eleitoral, refletindo os limites da campanha digital e os desafios do combate à disseminação de informações falsas.

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