Uma história que parece ficção está viralizando nas redes sociais e dividindo opiniões em todo o país. Josivan dos Santos Nogueira, de 29 anos, conseguiu algo inédito: sair da condição de presidiário para se tornar futuro policial militar.

O jovem, que possui antecedentes criminais e já cumpriu prisão temporária, foi aprovado no concurso para Oficial da Polícia Militar do Maranhão e agora está oficialmente convocado para o curso de formação.

A REVIRAVOLTA JUDICIAL QUE MUDOU TUDO

A transformação só foi possível graças a uma decisão bombástica da Justiça. A 7ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Ilha de São Luís expediu uma liminar que obrigou a inclusão do nome de Josivan na lista de aprovados.

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O argumento? Sistema de cotas raciais. Mesmo com a ficha criminal, a Justiça entendeu que o candidato tinha direito de continuar no processo seletivo usando essa modalidade de ingresso.

UNIVERSIDADE ACATA E POLÊMICA EXPLODE

Universidade Estadual do Maranhão (Uema), responsável pelo concurso, não teve escolha: publicou a convocação oficial e autorizou a matrícula de Josivan no curso de formação da PM-MA.

A repercussão foi imediata e explosiva. Redes sociais foram tomadas por debates acalorados sobre os limites das políticas de cotas e os critérios para ingresso nas forças de segurança pública.

O QUE VEM POR AÍ

O caso está longe de acabar. A permanência de Josivan no curso ainda é incerta e depende de novos desdobramentos judiciais. Recursos podem ser apresentados a qualquer momento, criando um suspense que mantém o Brasil inteiro de olho nesta história sem precedentes.

Uma coisa é certa: este caso já entrou para a história como um dos mais polêmicos envolvendo concursos públicos no país.