O domingo (27) terminou em violência brutal em Vilhena (RO). Josué Vargas, conhecido no submundo do crime pelo apelido de “Baixinho”, foi executado com cerca de 10 disparos de pistola em um bar no bairro Embratel, deixando clientes em pânico.

Segundo testemunhas, Baixinho foi abordado por um homem de camisa branca. Após um rápido diálogo, o criminoso sacou a arma e atirou à queima-roupa. Josué morreu antes mesmo da chegada do socorro, sem qualquer chance de defesa.

INDÍCIOS DE “ACERTO DE CONTAS”

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Investigações iniciais apontam que o crime pode ter sido encomendado por uma facção criminosa que atua na cidade. Informações obtidas pela polícia indicam que Baixinho vinha comercializando drogas em território dominado pelo grupo, que já teria “jurado” sua morte.

POLÍCIA APOSTA EM IMAGENS DE CÂMERAS

A Polícia Civil deve utilizar câmeras de monitoramento próximas ao local para tentar identificar o atirador, que fugiu logo após o crime. A motivação e a autoria seguem em investigação, mas a principal linha aponta para um acerto de contas ligado ao tráfico.

 

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