Na madrugada desta segunda-feira (26), a Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCCV) deu início a uma operação de impacto para prender os responsáveis pela fria execução de Sidnei da Silva Alves, de 43 anos. O crime, que chocou moradores de uma vila de apartamentos no bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho (RO), esconde motivações ainda mais sombrias.

TIRO NA CABEÇA FOI DISFARÇADO COMO ASSALTO

Na noite de 29 de setembro do ano passado, Sidnei foi morto com um único tiro na cabeça, após homens armados chegarem em um carro simulando um roubo de celular. A encenação durou pouco: o verdadeiro alvo era a vítima.

INVESTIGAÇÃO REVELA: MANDANTE ERA O PRÓPRIO GENRO

Após meses de investigação silenciosa, a equipe da Homicídios desvendou o enredo por trás do crime: o próprio genro da vítima teria ordenado a execução, contando com o apoio de pelo menos quatro comparsas. Entre eles, membros do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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ALÉM DO HOMICÍDIO, ROUBARAM DROGAS DA VÍTIMA

E o crime não parou por aí. No dia da execução, os criminosos também levaram tabletes de drogas que pertenciam a Sidnei, antes de fugir do local. A polícia acredita que o homicídio tenha sido uma queima de arquivo com roubo premeditado.