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O que parecia ser apenas mais um crime violento no interior de Rondônia pode ter revelado uma rede ainda mais perigosa: policiais da ativa e da reserva são suspeitos de integrar uma milícia para proteger garimpos ilegais.
A denúncia veio à tona após o assassinato de um adolescente no distrito de Bom Futuro, em Ariquemes (RO). O caso acendeu o alerta das autoridades e levou a Polícia Civil a iniciar uma investigação que culminou, nesta sexta-feira (30), em mandados de busca e apreensão e prisão de um dos suspeitos.
QUEM ESTÁ POR TRÁS DA MILÍCIA?
LIDERANÇA APONTADA É DE UM POLICIAL MILITAR DA RESERVA
Segundo as investigações, policiais militares e penais — da ativa e da reserva — estariam oferecendo serviços de segurança armada para garimpos, de forma clandestina e ilegal. A Polícia Civil aponta que o grupo seria comandado por um policial militar da reserva, o que agrava ainda mais a gravidade da suspeita: o envolvimento de agentes que deveriam proteger a sociedade.
CRIME, ARMAS E INDÍCIOS GRAVES
OPERAÇÃO ENCONTRA MUNIÇÃO ILEGAL EM ÁREA DE GARIMPO
Durante a operação, as autoridades localizaram armas de fogo e munições sem registro. Os materiais apreendidos estão agora sob análise, e a polícia acredita que eles podem esclarecer tanto o homicídio do adolescente quanto o funcionamento da milícia armada no local.
“As provas são significativas e apontam para o envolvimento direto de agentes públicos no esquema”, disseram investigadores que atuam no caso.
O SILÊNCIO DO ESTADO
GOVERNO DE RONDÔNIA AINDA NÃO SE POSICIONOU
Procurado pela imprensa, o governo de Rondônia ainda não se manifestou oficialmente sobre a suspeita de participação de policiais em milícia armada. A expectativa é que o avanço das investigações pressione por uma resposta pública e por medidas institucionais.
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RO24H Notícias
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