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Domingo, 25 de Janeiro de 2026

Política

GOVERNADOR MARCOS ROCHA ENTRE "O BEM E O MAL".

Divisões internas, intrigas palacianas e medo de perder poder transformam o CPA em campo de batalha política

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Por RO24H Notícias
GOVERNADOR MARCOS ROCHA ENTRE
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O governador Marcos Rocha enfrenta um dos momentos mais delicados de sua trajetória política. O que antes parecia ser uma administração estável e alinhada, hoje se transforma em um cenário de disputas internas, traições e jogos de poder. De um lado, estão aqueles que o incentivam a disputar o Senado em 2026; do outro, os que fazem de tudo para que ele desista — não por convicção política, mas por medo de perder privilégios e cargos.

Nos bastidores do governo, o clima é tenso. Indivíduos que antes eram simples assessores ou aliados do governador agora ocupam postos-chave, e o poder subiu à cabeça de muitos. O ambiente que deveria ser de colaboração se tornou um campo de disputas internas, com uma crescente guerra pela sobrevivência política.

O JOGO DE INTERESSES: SEMENTES DO MAL

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Nos últimos meses, vários sites ligados ao governo começaram a divulgar matérias críticas, questionando a gestão de Rocha e plantando dúvidas sobre sua possível candidatura ao Senado. O mais intrigante é que, segundo fontes dentro do governo, parte dessas matérias parece ter sido estrategicamente plantada de dentro do próprio CPA, visando desgastar a imagem do governador e criar divisões políticas.

Acredita-se que esse mesmo grupo de interesses, que trabalha para que Rocha desista da candidatura ao governo, tenha sido responsável por manipular as saídas de Júnior Gonçalves da Casa Civil e do vice-governador da Sedec. Embora falem de "traições" e "conflitos internos", até o momento, não há provas concretas, apenas palavras vazias. O objetivo, aparentemente, foi enfraquecer as bases de apoio ao governador e tirar do caminho aquelas figuras que representavam resistência ao controle absoluto de certos grupos dentro do governo.

UM ANO DE REVIRAVOLTAS

O ano de 2025 foi marcado por turbulências dentro do Palácio CPA. A saída de Júnior Gonçalves da Casa Civil, seguida pela saída do vice-governador da Sedec, gerou uma onda de crises. Desde então, o governo passou a acumular conflitos internos, greves e denúncias que expuseram a fragilidade da gestão. As mudanças nas chefias não foram acompanhadas de melhorias na gestão pública, resultando em um governo mais vulnerável a ataques e desgastes.

CERCADO POR ALIADOS PROBLEMÁTICOS

Além disso, o governador se vê cercado por aliados com reputações questionáveis — alguns com processos na Justiça, outros afastados por envolvimento em escândalos de corrupção. A principal dúvida que paira no ar é: Marcos Rocha realmente não enxerga o que acontece ao seu redor?

O DILEMA DE ROCHA: UM CAMINHO A SEGUIR

Marcos Rocha está diante de um grande dilema. Se decidir renunciar, o comando do estado passará para as mãos de Sérgio Gonçalves — pré-candidato ao governo — que, com sua experiência e articulação política, promete uma gestão de ruptura. Mas, se optar por permanecer no cargo até o final do mandato, a legislação eleitoral impedirá que sua esposa, Luana Rocha, dispute a Câmara Federal e que o irmão Sandro Rocha concorra à Assembleia Legislativa.

Com a aproximação de abril de 2026, a batalha pelo futuro político de Rocha e Gonçalves se intensifica. A questão que paira no ar é: quem sairá vitorioso nessa disputa interna pelo poder?

COMPARATIVO: O GOVERNO DE MARCOS ROCHA ANTES E DEPOIS DAS MUDANÇAS NA CASA CIVIL E NA SEDEC

Para entender o impacto das mudanças de chefia, é fundamental comparar a situação das duas pastas mais relevantes do governo, a Casa Civil e a Sedec, antes e depois das saídas de Júnior Gonçalves e do vice-governador.

Casa Civil — Antes e Depois:

Sob a liderança de Júnior Gonçalves, a Casa Civil era vista como um ponto de articulação estratégica. Gonçalves, com sua habilidade política, atuava como uma ponte entre o governador e a base aliada. A gestão parecia mais coesa, com negociações políticas eficazes que ajudavam a manter a estabilidade interna.

Após sua saída, a Casa Civil passou a ser ocupada por novos nomes, muitos sem a experiência necessária para lidar com a complexidade das questões políticas. O resultado é um governo mais vulnerável, com maior quantidade de conflitos internos e decisões equivocadas, que enfraqueceram a gestão de Rocha.

Sedec — Antes e Depois:

O vice-governador, à frente da Sedec, tinha uma liderança reconhecida, com uma atuação focada em áreas chave para o desenvolvimento do estado. A Sedec se destacava pelo apoio à indústria e ao comércio, tendo um papel central na implementação de políticas públicas voltadas ao crescimento econômico.

Com a saída do vice-governador da Sedec, a pasta perdeu sua principal liderança política e se viu fragilizada. A Sedec agora enfrenta dificuldades para gerar resultados concretos e para lidar com a gestão de recursos e políticas de desenvolvimento. A falta de capacidade técnica e a ausência de uma liderança sólida comprometem a eficiência da Secretaria.

A ARMAÇÃO POR TRÁS DAS SAÍDAS E OS INTERESSES EM JOGO

É claro que as saídas de Júnior Gonçalves e do vice-governador não foram meras coincidências. As acusações de traição, embora veiculadas em diversas matérias, nunca foram substanciadas com provas concretas, o que levanta dúvidas sobre a veracidade dessas alegações. Acredita-se que o grupo por trás dessas movimentações tenha agido para enfraquecer figuras-chave do governo, com o objetivo de garantir maior controle sobre a administração de Rocha.

Além disso, há um esforço claro para desgastar a imagem de Sérgio Gonçalves, criando uma barreira entre ele e o governador, embora as acusações sejam frágeis e sem consistência. Contudo, o tempo está passando, e as falsas acusações estão sendo refutadas à medida que as eleições de 2026 se aproximam.

Abril de 2026 será um marco decisivo para todos. O futuro de Marcos Rocha, sua candidatura ao Senado e a ascensão de Sérgio Gonçalves ao governo estão sendo moldados nesse cenário de intrigas, mas os membros do "grupo do mal" já começam a se preparar para a transição de poder. Sabem que, com a queda iminente do governo de Rocha, sua vida confortável no Palácio CPA está chegando ao fim. Enquanto isso, tentam garantir sua sobrevivência política fora do poder, criando os famosos "pé de meia" para os tempos difíceis que virão.

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