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O que deveria ser uma noite tranquila de festa religiosa se transformou em tragédia. Fernando de Oliveira, de 30 anos, foi brutalmente executado a tiros enquanto cuidava de carros em frente ao cemitério Santo Antônio, na capital de Rondônia.
O crime chocou pela frieza e pela localização: em plena Estrada do Santo Antônio, durante um arraial da Igreja Santo Antônio, três jovens chegaram em um Chevrolet Onix branco e dispararam sete vezes contra o flanelinha.
Vitor Daniel R. M., 25 anos, Kaio Gabriel C. G., 25 anos, e Franck F. N., 24 anos, foram capturados ainda na mesma noite, na fuga desesperada rumo ao Hospital João Paulo II. A prisão revelou um detalhe ainda mais perturbador: a pistola calibre .40 usada no assassinato havia sido roubada de um policial militar.
O momento do crime foi de terror absoluto. Segundo testemunhas, Franck foi quem efetuou os disparos fatais contra Fernando, que apenas fazia seu trabalho honesto vigiando os veículos dos fiéis que participavam da celebração religiosa.
VITIMA

As investigações policiais descobriram que o trio não agiu por impulso. Os três criminosos são suspeitos de outros ataques a tiros na cidade, configurando um padrão de violência que assombra Porto Velho. Mesmo confrontados, os assassinos se recusaram a revelar a motivação do crime.
O Chevrolet Onix usado na fuga não tinha restrições. Kaio alegou à polícia que havia pegado o carro emprestado de um tio, mas as circunstâncias levantam suspeitas sobre o real envolvimento da família no esquema criminoso.
A comunidade local está em estado de choque. Fernando era conhecido na região como um trabalhador honesto que ajudava os frequentadores da igreja. Sua morte brutal, executada com uma arma que deveria proteger a população, expõe a grave crise de segurança que atinge a capital rondoniense.
O caso evidencia não apenas a violência urbana crescente, mas também o problema do armamento nas mãos de criminosos. Uma arma de policial militar roubada sendo usada para tirar a vida de um trabalhador inocente representa o colapso das estruturas de segurança pública.
As sete cápsulas encontradas na cena do crime são o testemunho silencioso de uma execução covarde que enlutou mais uma família e deixou a comunidade religiosa em pânico.
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RO24H Notícias
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