O que leva alguém a acreditar que merece viver no luxo às custas do suor de um povo inteiro? À custa das lágrimas de quem sofre nos corredores do João Paulo II, de mães que perderam seus filhos por falta de atendimento digno, de famílias que vivem com medo dentro de casa por causa da violência que domina Rondônia?

É revoltante ver alguém que se diz cristão, mas que vive completamente distante da realidade de quem sustenta sua vida e a de sua família. Uma família que nunca precisou enfrentar horas em uma cadeira dura de posto de saúde, nem sentir na pele o desespero de esperar atendimento no chão de um hospital.

Esse mesmo homem teve a coragem de virar as costas para policiais que arriscam suas vidas diariamente, recebendo salários humilhantes. E ironicamente, se apresenta como coronel da Polícia Militar, mesmo sem nunca ter enfrentado de verdade a criminalidade nas ruas, nos becos, nos lugares onde o perigo é real. Ainda assim, pensou primeiro em si: garantiu aumento para coronéis, passando a receber mais de 30 mil por mês — sem jamais ter estado frente a frente com o crime armado.

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Rondônia não merece continuar sustentando esse tipo de privilégio. Chega. Políticos são funcionários do povo — e já são muito bem pagos por isso. Enquanto isso, o trabalhador comum rala todos os dias, no limite, sem saber o que é descanso, férias ou sequer sonhar com uma viagem.

E falando em viagens, esse governador — ou melhor, quase ex-governador — parece estar em modo “aproveitar tudo” antes de deixar o cargo. Foram anos de gastos com diárias e viagens, sempre bem documentados, sempre bem pagos… pelo povo.

E não para por aí. Ao deixar o cargo, ainda terá por anos seguranças, carros e motoristas à disposição 24 horas por dia. Tudo bancado por quem já está cansado de pagar essa conta.

É inaceitável.

CHEGA!

Rondônia precisa dar um basta nisso.

Se você também não aceita esse absurdo, manifeste-se.

Comente: “EU DIGO NÃO”

Vamos fazer barulho. Hoje, as redes sociais são uma das poucas ferramentas que ainda nos restam. É hora de usar a nossa voz para exigir mudança e pressionar pelo fim desses privilégios.

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